Dr. Carlos Mendes tinha 20 anos de carreira e nunca havia visto nada igual.
O menino Pedro, 8 anos, havia chegado ao hospital três meses antes com um diagnóstico devastador: leucemia em estágio avançado. Os médicos haviam dado a ele, no máximo, seis semanas.
Mas ali estavam os exames, mostrando o impossível: zero células cancerígenas. Nenhuma. Como se o câncer nunca tivesse existido.
"Preciso refazer esses exames", murmurou o Dr. Carlos, removendo os óculos e esfregando os olhos.
Na janela do quarto, a mãe de Pedro sorria com lágrimas no rosto. Ela sabia o que havia acontecido.