Amazônia tem queda histórica de 61,4% no desmatamento em maio
Maio de 2026 registrou a maior redução percentual de desmatamento já medida para o mês na Amazônia. Foram 370 km² contra 960 km² no ano anterior.
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Maio de 2026 registrou a maior redução percentual de desmatamento já medida para o mês na Amazônia. Foram 370 km² contra 960 km² no ano anterior.
Ver boas notícias →Sancionada sem vetos, a Lei 15.385/2026 dá prioridade e acesso gratuito a vacinas terapêuticas e tratamentos inovadores contra o câncer na rede pública.
Ver boas notícias →Vinte e um jovens representaram o Brasil na ISEF 2026, nos Estados Unidos, e voltaram com oito premiações em saúde, meio ambiente, agricultura e inteligência artificial.
Ver boas notícias →Estudantes do semiárido da Paraíba desenvolveram um foguete reutilizável que lança sementes para reflorestar a Caatinga — e foram premiados no Solve for Tomorrow da Samsung.
Ver boas notícias →Quatro estudantes pernambucanos conquistaram quatro medalhas de prata na Genius Olympiad 2026, disputada por jovens de 79 países, e foram a delegação brasileira mais premiada.
Ver boas notícias →O Brasil ultrapassou a marca de 130 mil espécies de animais, plantas e fungos catalogadas pelo sistema oficial de biodiversidade. O número coloca o país na liderança absoluta do ranking mundial, reafirmando que preservar a Amazônia, o Cerrado e a Mata Atlântica é também cuidar do maior patrimônio vivo do planeta. Um resultado que enche de orgulho quem ama a vida em todas as suas formas.
Ver boas notícias →A Organização Mundial da Saúde aprovou o primeiro medicamento contra a malária voltado para bebês com menos de 5 quilos — os mais vulneráveis à doença. A decisão representa uma virada histórica na luta contra uma das infecções que mais matam crianças no mundo. Para cada família que perde um filho por causas evitáveis, esta notícia chega como um sopro de esperança concreta.
Ver boas notícias →O tracoma — principal causa infecciosa de cegueira no mundo — registrou pela primeira vez na história um número de pessoas afetadas abaixo de 100 milhões. Décadas de campanhas de saúde, distribuição de antibióticos e melhoria no saneamento básico em países pobres fizeram esse milagre silencioso acontecer. Milhões de pessoas que viveriam no escuro agora podem enxergar o futuro.
Ver boas notícias →Com a imunização de gestantes contra o vírus que causa a bronquiolite, o Brasil registrou queda de mais da metade nas internações e nas mortes de recém-nascidos por infecções respiratórias nos primeiros meses de vida. Uma proteção que começa antes mesmo do nascimento — e que mostra a força da prevenção quando chega a quem mais precisa.
Ver boas notícias →Uma revisão científica da Universidade de Lancashire confirmou o que muitos já desconfiavam: praticar exercícios regularmente pode ser tão eficaz quanto remédios e terapia para reduzir sintomas da depressão. Caminhada, dança, natação ou qualquer movimento que traga prazer ao corpo parece fazer ao cérebro o que a ciência ainda tenta colocar em uma cápsula. A boa notícia é que essa 'receita' está ao alcance de todos.
Ver boas notícias →O Brasil atingiu um marco histórico na matriz energética: mais de 90% da eletricidade gerada no país vem de fontes renováveis — hidrelétricas, eólicas, solares e de biomassa. É o percentual mais alto já registrado, e coloca o Brasil entre os líderes mundiais em energia limpa. Em um mundo que ainda luta contra a fumaça dos combustíveis fósseis, o país mostra que outro caminho é possível — e já está sendo trilhado.
Ver boas notícias →Num bairro de Ribeirão Preto, alguém começou a amarrar bilhetinhos anônimos nos galhos das árvores da Praça da Biquinha — palavras pequenas, escritas à mão, para ninguém e para qualquer um. Marcos encontrou um deles no dia em que havia decidido que não aguentava mais. O que aconteceu depois mudou a trajetória dos dois.
Mateus tinha doze anos, chegou novo no Colégio Estadual João XXIII em Curitiba e passou dois meses sem conseguir falar com nenhum colega — até que descobriu que o zelador, seu Benedito, guardava um segredo extraordinário dentro do quartinho de vassouras. O que aconteceu depois mudou a trajetória dos dois de um jeito que Mateus só entendeu quando tinha trinta e cinco anos e viu o nome do velho num lugar que não esperava.
Aos 67 anos, Aparecida entrou numa aula de dança de salão num centro comunitário de Campinas sem imaginar que o homem de camisa xadrez na fila da secretaria seria Gilberto, o namorado que ela havia perdido quarenta e três anos antes. O que aconteceu dentro daquele salão naquela noite não tem nome exato, mas tem cheiro de menta e maravilha.
Aos 28 anos, Mariana ajuda a esvaziar o sótão da casa onde cresceu e encontra uma caixa de papelão que seus pais nunca mencionaram. Dentro dela, cada desenho, cada bilhetinho e cada risco de giz de cera que ela fez desde a infância — e uma etiqueta que vai mudar para sempre a forma como ela entende o amor que a criou.
Após um AVC que paralisou sua mão direita, Dora, professora de piano aposentada, acredita que nunca mais vai tocar. Mas o neto adolescente Caio, teimoso e apaixonado por ela, recusa-se a aceitar isso — e a meta secreta que os une vai além de qualquer nota musical.
Por dez anos, Valdete limpou os corredores da Faculdade Federal do Maranhão sem que ninguém soubesse que ela estudava de madrugada com os livros que encontrava nos banheiros e nas lixeiras. Até o dia em que o resultado do concurso foi afixado no quadro da mesma faculdade onde ela varria o chão.
Numa caixinha de livros de troca numa praça de Florianópolis, Isabela encontrou um exemplar velho de Clarice Lispector com um bilhete nas margens — e respondeu. O que começou como um diálogo silencioso entre desconhecidos foi se tornando a coisa mais honesta que ela já viveu.
Kauan tem quinze anos e acha que o caixote de frutas amassadas que o avô deixa na ponta da barraca é uma coisa de velho cabeça-dura. Mas numa tarde de sábado na feira de Uberlândia, ele vai entender o que é herança de verdade — e ela não vem em dinheiro.
Quando a professora Conceição descobriu que o menino Lucas não gaguejava quando cantava, ela soube que precisava fazer algo — mesmo que ele odiasse a ideia. O que ela não sabia era o quanto aquela tarde de sarau ia custar para ela também.
Beatriz tinha setenta anos, paciência de sobra e nada em comum com a adolescente de fone gigante que estava furiosa na fila do posto de saúde ao lado dela. Quando a tarde inteira passou e a fila não avançou, as duas descobriram que tinham mais coisa pra trocar do que pareciam.
Fazia três semanas que Marcão entregava o mesmo lanche barato para a mesma senhora no mesmo horário, e toda vez ela deixava uma gorjeta generosa e um bilhete escrito à mão. Ele não entendia por que uma pessoa que pedia coisa tão simples pagava tão bem — até ler o que estava escrito no quarto bilhete.
Por quase três anos, Donizete guardou o mesmo banco do ônibus para a Dona Conceição — a senhora que ia ao cemitério todas as terças-feiras visitar o marido. Quando ela parou de aparecer por semanas, ele descobriu algo que não esperava. E decidiu que não podia ficar parado.
Rodrigo entrou na sapataria do Seu Geraldo sem saber que ia sair de lá diferente. O velho sapateiro tinha uma regra estranha — consertava de graça o sapato de quem estava indo para uma entrevista de emprego. Mas o preço cobrado não era em dinheiro.
Ele doou medula óssea há mais de uma década e quase esqueceu que tinha feito isso. Então um envelope branco chegou na sua caixa de correio com um convite de casamento de uma pessoa que ele jamais havia conhecido.